Conselho dado, conselho seguido.
Afinal, um irmão mais velho sabe das coisas. Mesmo sendo desconhecido, um vulto, uma nuvem que passa e deixa algum rastro.
Ou será que a nuvem sou eu?
Seja como for, nuvens não deixam saudades. Mas choram. Eu choro. Passo e choro. Choro e não passo. Choro e passo. Passo e, às vezes, não choro.
Portanto, eu passo. Humildemente.
Crença na mudança. Isto me move.
Sou uma geógrafa no sentido menos acadêmico da palavra. Portanto, não esperem de mim um objeto de estudo único. Sou Pangea, justamente, por buscar a unidade nos fragmentos, o geral no específico. Claro, com a certeza de que entender o específico pe fundamental pra compreender o geral, pois tudo se relaciona e, de tudo, tudo é conseqüência (segundo as antigas regras da gramática).
Não sei até quando seguirei escrevendo...Mas, como uma boa nuvem, deixarei o vento me levar.
Espero não apenas passar.
Humildemente,
Jéssica.
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interessante: tem um estilo próprio. um pouco mais de poesia e subjetividade não é nada mal, falta no meu. aliás, acho que os rastros deixados pelas nuvens subjetivas são os que mais 'ficam'.. lidam com a gente, não com a nossa máquina lógica.
ResponderExcluirconcordo! quando houver algo pra falar, usa esse espaço, que aqui eu passo. deixa ventar, divagar devagar, e divulgar tb..
hahaa